Por: Redação Web
Os servidores efetivos e funcionários comissionados do Senado tiraram 87,5 mil dias de licenças no período entre 2011 e 2012.
Os dados, divulgados pelo Jornal Estado, foram obtidos através da Lei de Acesso à Informação.Entre os que mais pediram afastamento do serviço estão os concursados ou incorporados ao quadro por estarem na Casa antes de 1988. No total, eles somaram 78,4 mil dias de licença. De cada dez licenças autorizadas, cerca de nove foram para esses servidores.
Os gastos com os dias não trabalhados somam cerca de R$ 50 milhões, considerando o salário médio dos efetivos no valor médio de R$ 19 mil, segundo a folha de pagamento disponível no Portal da Transparência.
Já os trabalhadores comissionados tiraram 9,1 mil dias de licença.
Há pouco mais de três meses no comando do Senado, o presidente da Casa, Renan Calheiros, é questionado sobre suas prioridades em relação à moralidade e transparência dos gastos públicos. Entre as interrogações estão as frequentes concessões de licenças médicas.
As informações apontam que, desde o início da atual legislatura, o período médio de afastamento por motivo de saúde para cada trabalhador soma 14 dias.
De acordo com a regra geral da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), os funcionários da Casa podem se afastar durante um período de 15 dias, com apresentação de atestado médico.
Após esse período, os efetivos continuam recebendo seus salários. Já os comissionados, são enquadrados nas regras do Regime Geral da Previdência e recebem o auxílio-doença do INSS, com benefício inferior ao salário.
Ao analisarem os dados, os senadores demonstraram espanto e defenderam uma auditoria na concessão de afastamentos
Os dados, divulgados pelo Jornal Estado, foram obtidos através da Lei de Acesso à Informação.Entre os que mais pediram afastamento do serviço estão os concursados ou incorporados ao quadro por estarem na Casa antes de 1988. No total, eles somaram 78,4 mil dias de licença. De cada dez licenças autorizadas, cerca de nove foram para esses servidores.
Os gastos com os dias não trabalhados somam cerca de R$ 50 milhões, considerando o salário médio dos efetivos no valor médio de R$ 19 mil, segundo a folha de pagamento disponível no Portal da Transparência.
Já os trabalhadores comissionados tiraram 9,1 mil dias de licença.
Há pouco mais de três meses no comando do Senado, o presidente da Casa, Renan Calheiros, é questionado sobre suas prioridades em relação à moralidade e transparência dos gastos públicos. Entre as interrogações estão as frequentes concessões de licenças médicas.
As informações apontam que, desde o início da atual legislatura, o período médio de afastamento por motivo de saúde para cada trabalhador soma 14 dias.
De acordo com a regra geral da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), os funcionários da Casa podem se afastar durante um período de 15 dias, com apresentação de atestado médico.
Após esse período, os efetivos continuam recebendo seus salários. Já os comissionados, são enquadrados nas regras do Regime Geral da Previdência e recebem o auxílio-doença do INSS, com benefício inferior ao salário.
Ao analisarem os dados, os senadores demonstraram espanto e defenderam uma auditoria na concessão de afastamentos





